sexta-feira, 24 de abril de 2009
Cenário - parte II
teste do cenário, ainda falta arrumar a luz, cores e tudo mais , mas o cenário ta pronto pelo menos =)
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Cenário - parte I


Bom começando a fazer o cenário, desenhei todas as laterais em aquarela e agora o montando no after, preciso dar os acabamentos nos bonecos ainda, depois que o cenário estiver ok eu faço isso,
fora que preciso escrever p/ burro ainda ^^
proximo post vou mandar um video de navegação no cenário uhulll \0/
falowwww
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Bonecos - parte IV
aeee e eles começam a ganhar vida, terminei finalmente de montar os bonecos, agora falta o acabamento, essa parte é mais fácil ainda bem.
Contei com a presença especial de Sami(minha gata)que fazia o favor de deitar em cima de todo o material sempre que eu levantava p/ pegar um copo de agua.
bom ... vou mandar ver nesses acabamentos agora, as proximas fotos serão melhores prometo.
abrs
bj
ootro
tchau
me liga
=P
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Roteiro
A história começa com um homem andando e resmungando algo até chegar no que parece ser uma lojinha.
Um senhor (é o que parece, pois está de capuz e não se pode ver o rosto), o atende.
Essa é uma loja de voodoos e o homem entrega uma foto ao lojista e pede para que ele faça um voodoo daquela pessoa, o senhor concorda e o homem vai embora.
Antes que o senhor pudesse se mexer, outro homem chega pedindo para também fazer um boneco, porém a foto que ele entrega é a do resmungão que acabara de sair e o lojista percebe que a foto antes lhe entregue era do homem que está na sua frente agora e, com um gesto com a cabeça, aceita o serviço e sorri com um ar sinistro enquanto esse segundo sujeito se afasta.
Passado algum tempo, os senhores retornam à lojinha ao mesmo tempo e os dois bonecos de voodoos são entregues simultaneamente.
Os homens se afastam lentamente não deixando de se olharem e, com um movimento lento, ambos pegam agulhas, até que ficam um de frente para o outro como se fosse um duelo do velho oeste.
Eles se encaram como se esperassem por algo, bolas de feno passam entre eles, uma música de faroeste murmura no ar (ambos começam a ter alucinações e imaginam o outro como se fosse um voodoo gigante segurando-o em miniatura nas mãos e pronto para perfurá-lo) até que eles levantam as agulhas e num movimento sincronizado enfincam nos bonecos, um na perna e outro no braço.
Ambos dão um pulo de dor e fazem uma cara engraçada de dor, ódio e espanto ao mesmo tempo.
E a guerra começa, é alfinetada para todo lado e uma dança maluca e cômica é feita no meio da rua como se formigas carnívoras entrassem em suas roupas.
Após um tempo de briga, um deles cai morto no chão enquanto o outro fica de joelhos ofegante olhando para seu oponente. O homem caído faz um movimento moribundo e inconsciente com a mão como se fosse um espasmo, mas o homem de joelhos como reflexo espeta a agulha com que seria o coração do boneco e ele próprio sente uma dor insuportável no coração e cai morto.
O boneco que está ao seu lado deixa escapar o braço, que estava apoiado na própria cabeça, para o chão e o homem faz o mesmo com o seu braço.
(cada um está com seu próprio boneco de vodu, isso vai ficar mais claro no final com a animação).
Um senhor (é o que parece, pois está de capuz e não se pode ver o rosto), o atende.
Essa é uma loja de voodoos e o homem entrega uma foto ao lojista e pede para que ele faça um voodoo daquela pessoa, o senhor concorda e o homem vai embora.
Antes que o senhor pudesse se mexer, outro homem chega pedindo para também fazer um boneco, porém a foto que ele entrega é a do resmungão que acabara de sair e o lojista percebe que a foto antes lhe entregue era do homem que está na sua frente agora e, com um gesto com a cabeça, aceita o serviço e sorri com um ar sinistro enquanto esse segundo sujeito se afasta.
Passado algum tempo, os senhores retornam à lojinha ao mesmo tempo e os dois bonecos de voodoos são entregues simultaneamente.
Os homens se afastam lentamente não deixando de se olharem e, com um movimento lento, ambos pegam agulhas, até que ficam um de frente para o outro como se fosse um duelo do velho oeste.
Eles se encaram como se esperassem por algo, bolas de feno passam entre eles, uma música de faroeste murmura no ar (ambos começam a ter alucinações e imaginam o outro como se fosse um voodoo gigante segurando-o em miniatura nas mãos e pronto para perfurá-lo) até que eles levantam as agulhas e num movimento sincronizado enfincam nos bonecos, um na perna e outro no braço.
Ambos dão um pulo de dor e fazem uma cara engraçada de dor, ódio e espanto ao mesmo tempo.
E a guerra começa, é alfinetada para todo lado e uma dança maluca e cômica é feita no meio da rua como se formigas carnívoras entrassem em suas roupas.
Após um tempo de briga, um deles cai morto no chão enquanto o outro fica de joelhos ofegante olhando para seu oponente. O homem caído faz um movimento moribundo e inconsciente com a mão como se fosse um espasmo, mas o homem de joelhos como reflexo espeta a agulha com que seria o coração do boneco e ele próprio sente uma dor insuportável no coração e cai morto.
O boneco que está ao seu lado deixa escapar o braço, que estava apoiado na própria cabeça, para o chão e o homem faz o mesmo com o seu braço.
(cada um está com seu próprio boneco de vodu, isso vai ficar mais claro no final com a animação).
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